Cristiane treinava CrossFit há 10 anos quando chegou à Consultoria do Viana com uma meta clara: conquistar o melhor shape da vida. E chegou lá aos 42 anos.

Ela já sabia treinar, gostava de intensidade e estava acostumada a contar repetições e acelerar o ritmo. O problema era outro: para construir o físico que queria, principalmente desenvolver glúteos e posterior de coxa, precisava aprender uma forma diferente de treinar.

O CrossFit não saiu da rotina, foi complementado

Cristiane chegou com 64,1 kg e 23,5% de gordura corporal. Ela gostava da intensidade do CrossFit e queria continuar praticando, então a estratégia não tirou o CrossFit de lugar nenhum. A musculação entrou de forma estratégica, com foco em glúteos e posterior de coxa, e o CrossFit permaneceu na rotina como cardio.

O protocolo de hipertrofia começou em 3x por semana, full body, e evoluiu para 4x por semana (3 treinos de inferiores e 1 de corpo superior completo). Com isso, Cristiane também quebrou um hábito construído durante anos: o de apenas “bater reps”. Aprendeu a controlar o movimento, sentir o músculo trabalhando e priorizar qualidade antes de quantidade.

A dieta precisava funcionar mesmo quando a fome aumentasse

A estratégia alimentar foi uma dieta flexível, dividida em 5 refeições, chegando a 1.250 kcal ao final da fase de perda. Com a redução das calorias, Cristiane começou a sentir mais fome, e o protocolo foi ajustado para melhorar a saciedade, com mais vegetais e gelatina zero. A estratégia precisava continuar funcionando na prática, não só no papel.

Ela também manteve de 3 a 3,5 litros de água por dia ao longo do processo.

Meta batida com precisão

O planejamento foi estruturado para uma fase de perda de gordura de cerca de 3 meses. A meta era chegar a 57,4 kg. Cristiane chegou a 57,3 kg.

Em 3 meses e 4 dias: peso de 64,1 kg para 57,3 kg (-6,8 kg), gordura corporal de 23,5% para 19,3% (-4,2%) e cintura de 69 cm para 65 cm (-4 cm).

O resultado não veio de treinar mais

O resultado de Cristiane não veio de fazer mais do que ela já fazia há 10 anos. Veio de entender o que estava faltando. O CrossFit continuou, a musculação ganhou espaço, o treino passou a ter outro foco, e alimentação e protocolo foram ajustados ao longo do caminho.

Como ela mesma resumiu:

“Aos 42 anos, me sinto e me vejo muito melhor do que quando tinha 20. Isso não tem preço.”

Não importa há quanto tempo você treina. Muitas vezes, o que falta não é treinar mais, é a estratégia certa para o físico que você quer construir.


Se você já treina, mas sente que falta algo para destravar o resultado, conheça a Consultoria do Viana e descubra como um planejamento pode ser construído para o seu corpo, sua rotina e seu objetivo.

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