Antes da Consultoria do Viana, a relação da Samara com nutricionista seguia sempre o mesmo roteiro: receber uma dieta fechada e voltar só depois de meses pra reavaliar. Como ela mesma resume, quantas vezes já foi pra nutricionista sem resultado, porque era "leva isso aqui e volta daqui três meses".
O que mudou foi encontrar um modelo diferente: dieta flexível, aplicativo e suporte direto. Ela descreve assim:
"O fato de ser autogerenciável, de eu poder escolher o que eu quero comer, porque a minha dieta não é fechada, é flexível."
O que ela encontrou de diferente
Pra Samara, o ponto decisivo foi ver treino e alimentação conversando entre si, em vez de funcionarem como coisas separadas:
"Quando eu vi que a consultoria unia esse autogerenciamento e a parte de alimentação e treino, uma coisa combinando com a outra, eu falei: gente, é perfeito."
Quando nutrição e treino não se falam, o corpo paga o preço
Antes, ela vivia um conflito comum entre quem monta o próprio time de profissionais sem integração:
"A minha nutricionista estava me passando uma dieta de déficit calórico e o meu personal falava: não, você tem que comer pra gente criar massa."
Tentando "dar a vida" pra erguer mais peso sem o suporte calórico necessário, travou coluna e lombar.



Com tudo alinhado dentro da consultoria, a confiança mudou: "Fica mais seguro de: tá, eu vou acreditar no que tá aqui, vou seguir sem questionar e vamos embora."
O acompanhamento que ela não esperava
Sobre o suporte recebido ao longo do processo, ela destaca a proximidade da equipe: "Eu acho que, no geral, a empatia que vocês todos têm é muito bizarra. Eu ainda não entendo como vocês conseguem dar conta de tanta gente assim." Ela lembra de uma fala do Savini que marcou o processo: "É impossível tu não virar um case de sucesso porque tu tá fazendo tudo muito certo." E foi isso que a fez acreditar: "Eu dou conta. Eu vou sim."
Virou estilo de vida, não uma fase
Um dos aprendizados que ela destaca é a conexão com o próprio corpo: "Eu entendo muito mais os sinais que o corpo dá, de como me regular. Consigo entender melhor quando tá faltando sono. Fico mais conectada com o corpo." E resume o resultado disso:
"Virou um estilo de vida mesmo. Não mais uma fase."
Sem abrir mão da vida social
Pra Samara, era importante que o processo coubesse na vida que ela já levava, viagem e encontro com amigos incluídos: "Eu gosto muito de sair, de viajar, de estar com os meus amigos e, ainda assim, manter. Não precisei me isolar. Eu não perdi vida social. Eu viajei pra caramba nesse período. Pra mim é absolutamente normal."
"Eu sou só agradecimentos"

No fechamento, ela resume o que o processo representou além do físico: "Disso tudo saiu muita força e muito acolhimento de vocês. Às vezes não era tão solitário passar por isso, porque tinha a galera no chat, tinha a galera no Instagram. Eu acho essa proximidade muito, muito legal. Eu acho que não tem nada igual a vocês."