Quando alguém treina há anos, entende de alimentação e ainda trabalha com treinamento, é natural achar que já tem todas as ferramentas pra construir o físico que quer. O caso do Marcos mostra que nem sempre é assim.
Ele não chegou à Consultoria do Viana como iniciante. Já foi coach de CrossFit, sempre treinou, joga futebol, pratica jiu-jitsu e conhece bem o universo fitness. Disposição pra treinar nunca foi o problema. Mesmo assim, havia uma condição física que ele ainda não tinha alcançado.
Começar em dezembro, o mês que todo mundo evita
O acompanhamento começou em 3 de dezembro, pesando cerca de 82 kg, com meta de chegar aos 73 kg. Um número que ele dizia não ver na balança havia décadas. Pela frente: Natal, Ano Novo, confraternizações, exatamente o período que muita gente usa como desculpa pra adiar pra janeiro.
Só que depois de janeiro vêm férias, Carnaval, viagens, aniversários. Se o plano depende de uma rotina sem nenhuma interferência, sempre vai existir um bom motivo pra adiar. Um evento isolado não decide o resultado de meses de trabalho. O que decide é o que acontece na maior parte do tempo, e a capacidade de voltar ao planejamento depois de uma refeição fora da estratégia.
O problema nunca foi treinar pouco
Marcos não precisava aprender que treino faz bem, ele já treinava várias modalidades com rotina ativa. A questão era se todo aquele esforço estava direcionado do jeito certo.

Uma das mudanças foi reorganizar o treinamento: menos exercícios, mais intensidade, melhor execução, mais proximidade da falha. Duas pessoas podem receber a mesma ficha e fazer a mesma quantidade de séries, mas produzir estímulo bem diferente dependendo de como executam. Quantidade deixou de ser o indicador de qualidade do treino.
Fora da academia estava o verdadeiro desafio
A alimentação era o ponto que precisava de mais atenção, algo comum em quem treina muito e acha que o gasto energético compensa uma dieta desorganizada. Comer bem não é suficiente quando o objetivo é redução de gordura: quantidade também importa. Foi quando treino e alimentação passaram a trabalhar juntos que o resultado começou a acontecer.



De 82 kg pra 73 kg, sem perder performance
Aos poucos, a meta que parecia impossível deixou de ser projeção. Marcos saiu de 82 kg pra 73 kg e manteve o novo peso. Mais leve no futebol, mais forte no jiu-jitsu, mais atlético no dia a dia. Perder peso não podia significar perder performance, então velocidade de perda, alimentação e treino foram acompanhados juntos, não só o número na balança.

Conhecimento não substitui método
Essa é talvez a maior lição da história. Marcos já sabia muito sobre treino. Mesmo assim, encontrou valor em ser acompanhado, porque saber sobre o assunto não significa enxergar a própria situação com a mesma clareza que se teria analisando outra pessoa. Ter acompanhamento é ter visão externa, critério de avaliação e método pra decidir o que precisa ajustar.
Você treina há anos e sente que o esforço não converte em resultado?
Na Consultoria do Viana, acompanhamos peso, fotos de evolução, passos, alimentação, treino e cardio pra entender como essas variáveis interagem e o que precisa mudar. Conhecimento e disposição o Marcos já tinha. O que faltava era direção.